quinta-feira, 23 de abril de 2015

KELVIN: «Aposto no Jackson para decidir o Clássico da Luz»   


Faz dois anos no dia 11 de maio. Kelvin, agora emprestado pelo FC Porto ao Palmeiras, tabelou com Liedson e rematou para o fundo da baliza de Artur Moraes. 

 O momento, com o seu quê de icónico, está imortalizado no museu dos dragões, na memória de portistas e benfiquistas, e nos joelhos de Jorge Jesus. 

 Na primeira entrevista a um jornal português desde a saída do Estádio do Dragão, Kelvin recorda esse instante de glória e projeta o próximo duelo. «Um duelo para durões», como refere ao Maisfutebol, após mais um treino do Verdão. 

No Benfica-FC Porto em quem aposta para fazer o papel de Kelvin? 
«O Quaresma está a fazer grandes exibições, depois de uma fase em que não era sempre titular. Tem marcado golos e jogado muito bem. Mas o Danilo está impressionante e tenho muita esperança no Jackson. Diria que o Jackson tem tudo para decidir o Clássico. Aposto nele». 


Não acredita que seja um jogador do Benfica a decidir? 
«Desejo que não seja, estou a torcer muito pelo Porto. Mas o Benfica tem uma grande equipa e um excelente treinador, sem dúvida. O Jonas é o jogador mais perigoso, o FC Porto tem de ter muito cuidado com ele». 

O FC Porto vai entrar pressionado pela classificação e pela goleada de Munique? 
«Fiz parte do plantel até janeiro e sei como se está a sentir. Tenho a certeza que o Julen Lopetegui vai ter uma conversa muito séria e dura com a equipa, como faz sempre depois de uma derrota. É um técnico que detesta perder, felizmente. Para o Porto é inaceitável acabar a temporada sem títulos, por isso todos os meus colegas sabem que na Luz não é possível falhar. Também já perdi com a camisola do FC Porto, é uma sensação horrível, pois a exigência da direção e dos adeptos é máxima». 

Tem falado com os seus ex-colegas do FC Porto? Como é que os tem sentido? 
«Falo regularmente com o Danilo e o Alex Sandro. Posso garantir que estão com um desejo incrível de ganhar o campeonato e celebrar o título com os adeptos. Não é fácil encarar o ambiente da Luz. Joguei lá ao serviço do Rio Ave [derrota por 5-1] e fiquei duas vezes no banco com a camisola do Porto. É uma atmosfera extraordinária». 

IN « maisfutebol.iol.pt »





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